Estava escuro... tinha medo... mas fez-se luz, iluminava-me e a tudo o que me rodeava. Era eu, foi o que aconteceu quando me descobri a mim próprio!

domingo, maio 13, 2007

A amizade, o companheirismo podem elevar a nossa auto-estima, proporcionar-nos momentos fantásticos e devemos desfrutá-los intensamente, o melhor possível. Apenas não podemos ficar reféns e na sombra do passado e de momentos especiais, porque quando isso acontece perdemos o sabor do presente e o rumo no caminho da felicidade.

Tudo tem um momento, um contexto, um sentido.

As recordações são muito boas, querer e estar com os amigos é óptimo desde que não se viva no sufoco de tentar reconquistar e reviver o passado como se fosse a única forma de ser feliz ou apagar mágoas surgidas ou caminhos que seguiram separados. Em cada momento temos a oportunidade de tomar decisões, de decidir quem queremos ser, determinar o rumo da nossa vida, o que acabará no momento em que nos aprisionarmos num sentimento de impotência e de incompreensão face a nós, aos outros e à vida.

4 comentários:

Ran Norr disse...

Nem imaginas como este texto hoje me serve na perfeição!
Obrigado pela partilha!
Bjs

Emanuela disse...

És muito estranha e especial. Dais conselhos como se tivesses vivido muitas vidas e como se conhecesses o meu intimo. Nao sei como isso acontece!

Funny disse...

Olá, talvez os intímos das pessoas não sejam tão diferentes como elas julgam. Talvez tenhamos todos algo em comum, só que geralmente pensamos que estamos sós nos nossos sentimentos e não partilhamos.

Agradeço a vossa visita,
Voltem sempre :D

Emanuela disse...

Sim.Ás vezes não partilhamos por não termos com quem fazê-lo. Eu sempre usei papel e caneta, depois o pc...As coisas escritas, muitas delas se perderam sem jamais terem sido compartilhadas com mais ninguém além daquela folha de papel...Agora, compartilho com amigos sem rosto, porque os que estão ao nosso lado, normalmente se sentem incomodados pelas nossas dores, lágrimas...Dificilmente alguém tem paci~encia de ouvir, oferecer um ombro, consolar.Então falamos para essas pessoas sem ouvidos, sem ombros, sem corpos...São só olhos e sentimentos...Olhos para ler e sentimentos para partilhar.Um abraço!