segunda-feira, maio 23, 2005
A Felicidade também é para ti!!!
quarta-feira, maio 18, 2005
A Vantagem da Abstracção
| Agora fica a história: - Era uma vez uma tartaruga e uma lebre, já agora um gato maltês que toca piano e fala francês, que um dia decidiram fazer uma corrida. Eram assim 3 os candidatos à vitória. | |
| Ao contrário das histórias tradicionais aqui a tartaruga andava mesmo devagar sem esperança e hipóteses reais ou virtuais de ganhar a corrida, mas no entanto decidiu que já que estava lá iria passear a bela da sua carapaça, embora houvesse coisas mais interessantes para fazer. O gato por sua vez, corria com fôlego ofegante sinal do desgaste da sua vida diária entre matos e estradas e caixotes do lixo, no entanto esforçava-se dentro do possível para tentar concorrer com a lebre. A lebre que nos últimos tempos não fazia exercício corria a um ritmo que apesar de tudo (aparentemente) lhe permitia ganhar a corrida e convencida de si que era a melhor. O que não sabiam, e com o qual não contavam, era que no trajecto se deparariam com vários obstáculos (pedras, troncos, armadilhas), que obrigava a que o seu desleixo ou condições pouco ideais para a corrida os obrigasse aos 3 a unirem esforços e a ultrapassarem as dificuldades para terminarem a corrida. A lebre que ia à frente foi a primeira a deparar-se com o problema, e decidiu esperar um pouco pelo gato… mas já perdia a paciência com a tartaruga que considerava uma atrasada e inútil (apesar da sua idade). Bom mas outro remédio não houve do que esperar e então removerem a pedra. Rapidamente a tartaruga ficou para trás, mas desta vez quem ia à frente era o gato, no entanto quando se apercebeu que a tartaruga estava a ficar demasiado para trás, recuou e tentou puxar pelo ânimo dela. Novo obstáculo… a lebre pensava em desistir porque a sua vida não era ficar parada sem andar para trás nem para a frente… a tartaruga acumulava cansaço mas lá chegou… os sinais eram evidentes… o gato maltês sentia-se por vezes um pouco perdido entre uma tartaruga amorfa, a qual precisavam de manter na corrida (ele e a lebre) e a distância que separava a tartaruga e a lebre. Todos juntos lá avançaram no percurso. A corrida continuou e os obstáculos sucederam-se… mal ou pior lá os foram ultrapassando… mas não bastava acabar a corrida, havia pontuações pelos tempos feitos pelos 3 e pela forma como tinham superado (ou não) as provas de teste colocadas pelo leão, o indomável rei da selva… a nota negativa chocou francamente a lebre, criou algum impacto que se tornou perceptível (de certa forma intrinsecamente esperado) para o gato, e não revelou qualquer surpresa para a tartaruga… … … … | |
segunda-feira, maio 16, 2005
Racionalidade Limitada
A Saúde...
Senão atentemos, se perguntarmos a alguém se faria sucessivos cortes com uma faca nos braços se isso lhe desse prazer e não sentisse a dor, certamente diria que não era maluco (para perder sangue, estar sujeito a infecções, ficar doente,...), aliás tomar-nos-iam por loucos. Mas muitas dessas pessoas dão golpes dentro do seu próprio corpo, como por exemplo os fumadores. Trata-se apenas se os golpes são visíveis ou não. No entanto o valor mais prezado é a vida, pois está claro...!
A Felicidade...
Vejamos outra situação, um dos grandes objectivos da maioria das pessoas é a felicidade e para isso vão tomando diversas opções ao longo da vida, no entanto se perguntarmos a muitas dessas pessoas, concluímos que não são felizes, ou generalizando de modo mais global a sociedade não se identifica e não gosta do modo como a vida é hoje em dia. No entanto as opções continuam as mesmas, apesar de já se saber que não vão no caminho que se diz querer.
A Profissão e a Remuneração...
Os exemplos sucedem-se, a formação das crianças e dos jovens, é considerado um dos pilares mais importantes da sociedade, por isso mesmo os educadores e professores recebem muito pouco comparado com profissões consideradas menos necessárias ou indo mais longe consideradas por alguns sectores da sociedade indecentes ou imorais como as prostitutas ou as strippers. Mas se não quisermos ir para níveis tão profundo fiquemos pelo futebol, bem mais importante que a educação, certamente. No fundo paga-se muito e bem às actividades que se condenam ou que são supérfluas (sem que isso choque), mas é impensável (e seria mesmo escandaloso) pagar muito e bem a quem desempenha uma das funções mais importantes na sociedade (o quê um professor a ganhar 10 000 €/mês ?!)
Não estou a condenar as prostitutas ou strippers ou dizer que se devia acabar com o futebol, apenas serviram de exemplo para ilustrar as contradições da sociedade.
Para concluir não é de todo racional, alguém que diz prezar a vida (o Homem) estar a caminhar para a auto-destruição.
segunda-feira, maio 09, 2005
Viver na sombra...
Muitos vivem à margem do sucesso e acabam por depender do reconhecimento de quem é ajudado por eles, ou quem eles promovem, ou simplesmente como trabalham para a sociedade muitos não são sequer lembrados.
Mas falemos então de situações concretas:
Varredor de ruas/Recolha do lixo - Seria sustentável viver com cidades imundas com falta de higiene e maus cheiros?
Secretárias / Adjuntos de altos cargos - A agenda sempre organizada, os relatórios preparados, a documentação pronta a pegar, a informação recolhida e o telefonema à esposa a dizer que não vai jantar...
Pessoal técnico - O responsável pelos efeitos computorizados que garantiram o sucesso de um filme, o cenógrafo do teatro, o técnico das luzes ou som, ...
Bom, os exemplos poderiam suceder-se em catadupa, basta um pequeno olhar mais atento e puxar um pouco pela memória, no entanto o objectivo real deste post é lembrar apenas que eles existem, não precisam do protagonismo e da exposição, agora é justo e merecido reconhecer a importância deles. Não são os protagonistas principais, mas ajudaram ao sucesso de quem dá a cara ou contribuiram para o bem comum.
domingo, maio 01, 2005
A arte da escrita...
| Escrever é uma arte, o facto de colocar as palavaras certas no contexto certo... seria nada mais nada menos do que uma dispersão ou distracção. A escrita, a arte da escrita não consiste nisso, é porém a magia de cair uma lágrima entre gargalhadas, interpretar ante aprender, esconder mostrando e mostrar o que não se vê. | |
Escrever é algo que adoro fazer, não sei se sou artista, mas posso dizer o que sei, é que é nas palavras e frases, nas linhas e textos uns mais reais outros mais profundos, alguns por decifrar, que eu vejo para além das letras, quando para muitos são meras palavras. Sei que escrevo mensagens para mim e para ti ou simplesmente para o universo que é o mesmo que dizer que escrevo para todos, eu e tu incluídos. Sei que coloco em palavras muito mais do que o que pode ser entendido, quem sabe até por mim, mas no fundo em qualquer arte mesmo os que não são artistas não fazem mais do que emprestar parte da sua ficção ou realidade à música, pintura, cinema ou ... escrita. Onde este texto começa ou acaba não me compete a mim definir, nem tenho pretensões de o fazer, pedia-te apenas uma coisa, lê estas palavras como se tivessem sido escritas pela tua mão! | |
segunda-feira, abril 25, 2005
A ilusão... da importância
Às vezes é uma ilusão que constrói muros de realidade, e assume as profundezas interiores e que activa o medo, a retracção, o isolamento, a negação, a auto-destruição, o desespero e sofrimento. Pode levar horas, dias ou anos... mas ainda que não houvesse mais nada nem ninguém, nunca deveríamos negar que somos importantes por nós mesmos e para nós mesmos.
Não centres a tua descoberta nos outros, centra-a em ti mesmo.
segunda-feira, abril 18, 2005
A escuridão do dia...
terça-feira, abril 12, 2005
Depois...
Convencemo-nos que a vida será melhor depois...
depois de acabar os estudos,
depois de arranjar trabalho,
depois de casarmos,
depois de termos um filho,
depois de termos outro filho.
Então, sentimo-nos frustrados porque os nossos filhos ainda não são suficientemente crescidos e julgamos que seremos mais felizes quando crescerem e deixarem de ser crianças.
Depois, desesperamos porque são adolescentes, insuportáveis. Pensamos: "Seremos mais felizes quando esta fase acabar!" Então, decidimos que a nossa vida estará completa quando o nosso companheiro ou companheira estiver realizado...
Quando tivermos um carro melhor...
Quando pudermos ir de férias...
Quando conseguirmos uma promoção...
Quando nos reformarmos...
A verdade é que NÃO HÁ MELHOR MOMENTO PARA SER FELIZ DO QUE AGORA!
Se não for agora, então quando será?
A vida está cheia de depois... É melhor admiti-lo e decidir ser feliz agora, de todas as formas.
Não há um depois, nem um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho e é AGORA!
Deixa de esperar até que acabes os estudos...
até que te apaixones...
até que encontres trabalho...
até que te cases...
até que tenhas filhos...
até que eles saiam de casa...
até que te divorcies...
até que percas esses 10kg...
até sexta-feira à noite ou Domingo de manhã...
até à Primavera, o Verão, o Outono ou o Inverno,
ou até que morras...
para decidires então que não há melhor momento que justamente ESTE para seres feliz!
A felicidade É um trajecto, não um destino.
segunda-feira, abril 04, 2005
O navio da vida e da morte...
«Numa baía, havia dois navios: um saindo para uma viagem e outro chegando ao porto. Todos aplaudiam o navio que partia, mas o que chegava mal era notado. Sobre isto observou um sábio homem: “Não vos alegreis com um navio que parte, pois não se pode saber que terríveis tempestades ele terá de enfrentar, e que perigos ameaçadores poderá ter de passar. Alegrai-vos antes com o navio que chegou ao porto em segurança e que trouxe os seus passageiros de volta em paz.
E é assim o mundo: quando nasce uma criança, todos se alegram; quando alguém morre, todos choram. Deveríamos fazer o contrário. Pois ninguém pode prever que provas e sofrimentos esperam uma criança recém-nascida; mas, quando um homem morre em paz, deveríamos alegrar-nos, pois ele completou uma longa jornada, e não há maior dádiva que deixar este mundo com a indestrutível coroa de um bom nome.»
segunda-feira, março 28, 2005
Deus fala contigo!
No fundo é como um bom amigo que te diz as coisas certas no momento certo, mas em ponto grande. Não penses que Ela não fala contigo, mas tal como acontece com os “outros” amigos nem sempre queremos ouvir o que nos têm para dizer ou simplesmente não prestamos atenção.
P.S. Será que é Ele que está a falar contigo agora? ...
quarta-feira, março 23, 2005
Viver o meu próprio engano...
terça-feira, março 15, 2005
Longe de tudo, menos do coração...
Será medo? Medo da rejeição, medo da verdade, medo de se ser o próprio, medo do que os outros vão dizer, vão pensar, medo de ser algo grandioso demais.
Será falsa humildade? Não mereço isso, não é algo que esteja ao meu alcance, eu não tenho o direito a tamanha felicidade, só vou atrapalhar a vida de alguém.
Será amor? Amor tão grande e verdadeiro que quer dar oportunidade e não aprisionar, libertar. Mas será liberdade aprisionarmo-nos a nós próprios em nome da virtual e hipotética liberdade dos outros, que não o é, pois só se é verdadeiramente livre se se puder optar, mas nós negamos o direito à opção, ao não revelá-la.
Não afastes aquela pessoa, aquele acontecimento, aquele acto ou objecto simplesmente porque te auto-convenceste de que é a melhor solução... talvez não seja...
Pensa nisto que eu também vou pensar ;)
sexta-feira, março 11, 2005
O tempo que não há e se gosta
quinta-feira, março 03, 2005
A dobrar...

Será que tudo tem uma dupla face, um duplo sentido? Será que a nossa vida é uma dualidade constante e permanente?
sábado, fevereiro 26, 2005
Disparates acertados sobre "o caminho", nós e Deus...
Bom em primeiro lugar quero esclarecer que não há um Deus católico, judeu, islâmico ou budista. Há um Deus, ponto final parágrafo.
Segundo, é verdade que Deus não é exactamente como cada uma das religiões o apresenta, acima de tudo não é um Deus autoritário e exigente no sentido de nos impor alguns comportamentos e determinar de forma linear a nossa vida. O Homem foi feito à imagem e semelhança de Deus, mas o que nós fazemos é criar um Deus à imagem e semelhança do Homem... É um Deus de Amor e Liberdade e tudo o que nas religiões afecte esta realidade parece-me errado.
Quando colocamos dúvidas de se acreditamos em Deus, temos que ter algo definido, de que Deus estamos a falar? Quando não conhecemos uma pessoa não a podemos deixar entrar na nossa vida, com Deus é o mesmo.
Ou se pensamos que uma pessoa é de uma determinada maneira e não gostamos disso não a queremos próxima de nós, mas quando afinal percebemos que tínhamos uma ideia errada, podemos passar a ter muito gosto em estar com ela e conhecê-la.
O que quero aqui partilhar é que existe um caminho, um rumo, que nos pode orientar, cada um à sua maneira, saudavelmente somos diferentes (também não queria ninguém igual a mim :P), e que esse caminho extravassa o lado físico.
Ainda que não fosse necessário, as próprias ciências humanas o afirmam e estudam cada vez mais a importância da dimensão espiritual habitualmente (e infelizmente) negligenciada.
terça-feira, fevereiro 22, 2005
Sentado no comodismo, nada muda...
Imagina uma árvore com os seus belos ramos no Inverno. Um dia começa a nevar, floco a floco vai-se juntando um monte de neve em cima dos ramos, até que cai mais um floco e um ramo parte-se. Achas que foi aquele floco que sozinho partiu o ramo? E se ele tivesse resolvido ficar na nuvem (caso tivesse vida própria)?
Na nossa vida é tal e qual, estamos num momento decisivo, estamos perante um grande desafio e simultaneamente uma grande oportunidade. Não vires as costas ao teu papel, à importância que tens, pois as boas novidades, é que não estamos sozinhos, há muitos mais com vontade de mudança, transformar este mundo.
O comodismo não resolve nada, a inércia deixa tudo na mesma, mas a tua coragem e convicção podem ajudar a criar uma realidade melhor.
Criticar é importante mas agir é necessário!
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
Blog Remodelado
Ao longo dos próximos tempos é natural que vão surgindo mais algumas pequenas alterações de modo a completá-lo da melhor forma.
domingo, fevereiro 13, 2005
Dinheiro vs (In)Felicidade
Pobreza e riqueza
A história de se ter que ser pobre para se ser feliz merece-me tanto crédito como a de alcançar a felicidade pelos bens materiais. Assim, não existe mútua exclusão, podendo coexistir a felicidade com o bem-estar material. Agora o que por vezes se sucede é que se cria uma dependência em relação ao dinheiro e aos bens materiais, essa sim muitas vezes inibidora da felicidade. Não devemos estar ao serviço do dinheiro, deve antes ele estar ao nosso serviço.
O espaço da felicidade...
A felicidade exige uma maneira de ser, uma maneira de estar, o trilhar de um caminho. A felicidade necessita de espaço, que não pode nem deve ser roubado pela obsessão materialista, mas também não deve ser afastada pela obsessão anti-materialista.
O desprendimento material
Não condeno, louvo até o desprendimento material e do dinheiro pelo abraçar de causas, por uma postura de vida, ou pela partilha do que se tem e se ganha, no fundo uma das possíveis formas de alcançar a felicidade é a vivência de um amor fraterno e solidário que leva ao despojamento e simplicidade.
O que se faz ao dinheiro...
O dinheiro tanto é fonte de progresso e desenvolvimento, como de guerra e destruição. O problema não está no dinheiro, mas sim no que o Homem e cada um de nós faz com ele e por ele…
Numa última nota, quero deixar uma pergunta: qual é o problema de se fazer algo que se gosta e ganhar bem por isso? (é que muitas vezes quase parece crime ou pecado).
Sê FELIZ, com ou sem dinheiro!
sábado, fevereiro 05, 2005
Racismo
Olha se fosse…
Quem faz uma afirmação destas e depois tem necessidade de contradizer a própria afirmação com o acto de auto-negação das suas convicções para salvaguardar a sua imagem… deixa uma imagem muito pior.
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
Happiness...
| Let me be your guide to happiness…
Let you be my guide to happiness… Let us be our guide to happiness… |
A felicidade não é um objectivo que está lá longe e em que se têm de superar muitas dificuldades e obstáculos para alcançá-la. Ela está na construção do dia a dia e na auto-descoberta; conhecer o nosso caminho e percorrê-lo deve ser a fonte da felicidade, não uma recompensa por se ter completado inúmeras etapas complicadas de um trajecto que nos traçaram.
sexta-feira, janeiro 28, 2005
Palavras vazias...
| Falam, falam mas não dizem nada Recentemente, ao observar algumas conversas, debates, trocas de opiniões apercebi-me que falavam, falavam mas não diziam nada. É interessante como se pode divagar com as palavras, sem se ser objectivo, prático nem mensurável. Diz-se muita coisa, mas no fundo apesar de serem palavras bonitas são superficiais, como que ornamentam uma caixa vazia. |
Será que padeço do mesmo mal? Será que tu padeces?
Enfeites de escrita
Não sou contra teorias ou explicações, mas penso que quando se trata por exemplo de resolver problemas, devem estar intimamente ligadas a acções práticas e pragmáticas. A não ser que seja suficiente o enredo verbal enfeitado, para mesmo não alterando nada factualmente, produzir efeitos significativos e necessários ao nível da circunstância específica. Ora, isto que acabei de escrever, é outro dos problemas de quando precisamos de soluções, envolver as soluções numa nuvem de fumo, em que lemos e relemos e temos dificuldade em interpretar a mensagem.
Objectivo e público-alvo
Não tenho nada contra o embelezamento e o enriquecimento textual, aliás até gosto, no entanto é sempre necessário ter em atenção alguns aspectos, quando se escreve (ou fala), nomeadamente: o objectivo e o público-alvo.
Conclusão
Não é a mesma coisa escrever (ou falar) sobre propostas de soluções para um problema, ou um assunto que é dedicado essencialmente à reflexão e ao pensamento teórico.
Assim proponho que quando escreveres/falares, te coloques na posição do leitor/ouvinte e te questiones se fosses ele, o que acharias do que leste/ouviste e confrontes isso com o que pretendias.
quarta-feira, janeiro 26, 2005
Melhor post de Dezembro
A vida são férias que a morte nos dá
Ao ler esta frase “A vida são férias que a morte nos dá”, reflecti um pouco e tenho a dizer o seguinte: falamos do que desconhecemos e daí surge o nosso medo, ver que uma etapa da nossa existência chega ao fim, por sinal a única que conhecemos. Portanto para a generalidade das pessoas, a morte é o fim da vida, ponto final, parágrafo.
Então se a morte é o fim da vida, deixem-me colocar a questão: O que é a vida?
A morte é fonte de conhecimento e de experiências que vivificam a nossa existência. Não é o fim, apenas uma etapa de um caminho/realidade mais ampla que existe e exige a nossa atenção.
terça-feira, janeiro 25, 2005
É cómodo ...?!!?
segunda-feira, janeiro 24, 2005
Balelas Espirituais
Digo-te, sou tão idealista como Martin Luther King e embora possas achar que o que digo não passam de balelas, ou coisas sem sentido, peço-te que não negues o que desconheces. Se tenho razão no que digo? Não menos do que tu no que pensas; mas é mais fácil pensar, ler e criticar ainda que novamente em pensamento. Diz o que pensas, eu agradecia!
Sou uma pessoa de reflexões, dúvidas, muitas dúvidas e exigente. Exigente nas respostas, exigente no que digo e faço, e procuro não fazer só por fazer, dizer só por dizer, há sempre um bloco de suporte que embora possa ser desconhecido ou ignorado por ti e todos os outros, não significa que seja inexistente.
Se já tens todas as respostas, óptimo! Se não tens e ainda buscas o sentido e a razão de muitas coisas junta-te ao clube. Em ambas as situações, este blog não é meu, é NOSSO!
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Físico + Espírito: O todo é maior que a soma das partes
Não é ingenuidade minha, nem preocupação excessiva das outras pessoas, mas há uma diferença entre nós, é que eu sei, sinto e vivo que este mundo é muito mais do que se imagina. Não é apenas um mero local de vivência física, apesar de essa ser extremamente predominante nas nossas vidas (afinal também não conhecemos outra dimensão). Não sou nem melhor, nem pior, apenas sinto-me bem como sou e estou e a dimensão espiritual começa paulatinamente a ganhar raízes na minha vida, de uma forma bastante interessante e não é nem de longe nem de perto inconciliável com a minha vivência física, mas antes complementar e enriquecedora. Sinto que é uma diferença pela positiva para o meu lado e espero e recomendo que não feches as portas que existem em ti para o mundo espiritual.
terça-feira, janeiro 11, 2005
As palavras que se soltam
O Amor que existe em ti não pode ser ocultado!
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Simplesmente Amar...
Orar em silêncio,
Escutar a voz dos mudos,
Brincar como uma criança,
Olhar ternamente,
Descobrir os segredos escondidos,
Compreender os desejos ocultos,
Viver um passo à frente para dar a mão,
Criar a oportunidade,
Desenvolver a comunidade,
Partilhar momentos e palavras,
Tudo isto não é mais do que Amar!
sexta-feira, janeiro 07, 2005
O sentido relativo das coisas
Na vida temos muitas posições absolutas, o que gostamos, o que não gostamos, o que alguém fez ou não fez, o certo e o errado de uma atitude, convicções pessoais, avaliações interpessoais. Se repararmos o nosso vizinho do lado também as tem, e os nossos pais ou filhos, amigos ou conhecidos. Sempre com mais certezas ou menos, todos vivemos com um conjunto de posições absolutas. Na China, nos EUA, nas Canárias, em qualquer lugar, em qualquer época.
E o nosso ponto de vista é claramente válido, qm é q pode dizer q n?!!? É formado com base num conjunto de características individuais, experiências, influências contextuais, entre outras. No entanto ao compararmos todas estas posições observamos que muitas vezes divergem e até são contraditórias. Afinal há várias posições absolutas sobre a mesma realidade, quem terá razão? Quem estará certo? Cada um acredita que a sua posição faz sentido, embora possa haver quem a ache inaceitável...
Isto serve para dizer que secalhar existe um enorme relativismo nas realidades, o que dá origem a muitas posições absolutas. Atentemos nisso e não condenemos pura e simplesmente uma opinião absoluta diferente da nossa, pq ambas não são mais do que posições relativas!
Até akilo a q chamamos de factos, por vezes tem uma enorme carga de subjectivismo na forma como é apresentado, o q ensinarão os americanos aos seus alunos sobre o ataque de Pearl Harbour e os japoneses? Imaginas q deve ser diferente, n?! E afinal trata-se de um facto histórico...
quarta-feira, dezembro 29, 2004
Nada é certo na vida...
O que os outros pensam saber sobre nós, as verdades que apesar de não escondermos vivem ocultadas.
Nada é certo na vida. Será que é mesmo assim. Acho que não. É certa a nossa falta de conhecimento bastante para percebermos a vida e o mundo. Desde as catástrofes naturais, aos acidentes, passando pelas doenças. Falando ainda dos estados de plena felicidade, êxtase e loucura. Não esquecendo por certo o Amor, a Verdade, o Medo e a Liberdade.
Coisas sem sentido, porventura, tanto como E = mc2, para muita gente. Mas para Einstein e mts outras pessoas (a posteriori), é claro q nem água.
É difícil ter uma visão e isenção na busca de respostas e é fácil bradar aos céus, "pq é q isto acontece?". Deus tem as respostas, nós temos as respostas, temos é que procurá-las e tentar percebe-las, devemos ir mais longe... para nosso bem.
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Pés falantes da mudança
O mar assobia a sua doce calma,
Ouvem-se os gritos mudos das tempestades.
A permanente mudança estática
Conserva o valor da incerteza necessária.
Tudo muda no equilíbrio imutável
A harmonia mantém-se com o dinamismo.
A hora de perceber o ciclo inquietante
Da vida que habitamos estreita-se
Pelos olhos e ouvidos de quem fala!
terça-feira, dezembro 14, 2004
segunda-feira, dezembro 13, 2004
Dia 25 de Dezembro celebramos o nascimento do salvador mas continuamos perdidos
Interrogações
Se Deus é fonte de Vida, Amor e Alegria, e considerando que 1/3 da população mundial é cristã, não deveria significar a existência de plenitude e felicidade para pelo menos 1/3 das pessoas no mundo?
O nascimento de Jesus que celebrar-se-á dentro de duas semanas, é o enaltecimento de uma pessoa divina que veio salvar o mundo. Estranho é que esse projecto de salvação ao fim de + de 2000 anos não tenha ainda surtido efeito…
Então afinal o que é que se passa? Deus existe mesmo ou tudo isto é uma fantochada? Uma história para criancinhas em que acreditam biliões de pessoas?
As contradições
Bom, efectivamente o mundo ainda não achou um rumo que lhe permita viver em fraternidade e paz mundiais. Talvez isto decorra pela visão espiritual que tem sido proclamada e vivida ao longo dos tempos. A verdade é que pertencer hoje em dia a uma determinada religião na maioria dos casos é uma questão geográfica e não de vivência espiritual, basta pensar no caso da Palestina ou da Europa e percebemos facilmente as probabilidades que existem de se ser muçulmano ou cristão. Outro facto que é importante atender é que as religiões não conseguiram até aos nossos dias dar uma resposta integral e verdadeiramente convincente do projecto de Deus para os homens e da vida espiritual de cada um. Os “Deuses” vingativos, punidores, ou aqueles que nos deixam escolher o que queremos mas nos obrigam a percorrer um caminho para nos salvarmos, entram em profunda contradição com o sentimento interior dos humanos… que ficam muitas vezes confusos. Ora outro elemento estranho, será o facto de as religiões quererem sempre impor em cada década ou século a sua verdade como única e absoluta, quando década após década ou século após século vêm-se corrigir e dizer afinal aquele não era o melhor caminho. Para além do mais de ignorarem o que elas próprias afirmam, que Deus está permanentemente a revelar-se ao Homem, pois rejeitam as vivências humanas desse mesmo Deus quando está fora das que por ela são admitidas.
Então o que fazer neste caminho confuso? Bom, Jesus foi sem dúvida um mensageiro, alguém que pretendia efectivamente revelar o Deus do nosso mundo, mas parece-me a mim que nem tudo foi bem veiculado por quem se lhe seguiu e muitos outros mensageiros têm sido ignorados, Deus quer que descubramos a verdadeira essência da vida, mas não nos obrigará a nada, nem nos julgará por seguirmos este ou aquele caminho. Mas certamente que nos ajudará a orientarmo-nos para atingirmos a nossa meta, e se ela é o Amor e a Felicidade, não há dúvida que estamos no caminho errado.
Sugestão: procurar verdadeiramente o sentido da vida, e a comunhão espiritual com Deus, mas que resulte de um entendimento do nosso eu com o mundo e com Deus que não nos imponha coisas sem sentido e que sejam fonte de melhoria para a nossa vida.
Forma: procurar respostas na própria vida, parar para pensar, reflectir, orar, procurar pessoas espiritualmente esclarecidas (mestres, guias) ou pessoas em processo de busca, procurar propostas e ensinamentos, pistas em livros, músicas, filmes, na Natureza, no mundo. As respostas e as mensagens estão onde muitas vezes menos se espera. Acreditar que Deus também comunica connosco e que não tem de comunicar de maneira igual com todos, estar sempre atento às mensagens que muitas vezes ignoramos.
Proposta prática: leitura do livro Conversas com Deus, de Neale Donald Walsch
sábado, dezembro 04, 2004
Voar mais alto...
Quero ser feliz, m n sei bem como, quero sorrir eternamente, m ainda n descobri o segredo.
Desejo vencer os obstáculos, fazer as coisas por prazer e realizar-me pessoalmente, m parece q + ng se importa com akilo q eu quero para mim. Há smp outros interesses q devo por à frente de mim pp. N quero, n aceito, m implicitamente estou sujeito a qs tds eles... até q eu quebre a corda.
Sonhar faz-me viver, mas descobrir faz-me renascer.
Estou e quero encontrar o sentido da vida, do qual a cada dia me aproximo mais, e francamente n tem nd a ver com a nossa vida actual. Olho para o mundo q me desconhece e ignora a raíz dos meus pensamentos e sentimentos e sinto q farei parte da mudança. Dêem-me tempo, dêem-nos tempo.
Assinado um "eu" de qq e toda a parte do mundo!
sexta-feira, novembro 26, 2004
O pesado fardo das relações humanas!
in Alquimista de Paulo Coelho
Isto acontece desde a família, aos amigos, passando pelos simples colegas ou conhecidos.
- Porque criamos expectativas e exigimos aos outros aquilo que nós esperamos deles?
- Temos o direito de nós ficarmos chateados pq os outros n correspondem aquilo q nós queríamos que eles fossem? (Que sentimento + egocêntrico...)
- Onde está a liberdade individual?
- Não é isto uma grande limitação de cada um atingir a sua plenitude?
- Será que é por isto que tantas relações falham? Quer sejam de amizade ou amorosas?
O outro tem de corresponder às nossas expectativas, o que implica q fará todos os esforços para não nos desiludir, m aí deixa de ser ele próprio, até que um dia deixa de o conseguir, de lhe ser possível satisfazer as exigências e o quadro que desenhámos dele. Dizer a alguém q é tudo na nossa vida, é colocar uma tremenda pressão sobre essa pessoa. Quando se começam a sentir frustrados e incapazes de desempenhar tal papel, começam a reclamar o seu próprio eu, para se salvarem a si (e tb à relação), altura em q a outra parte começa a afirmar e a queixar-se de que estão “realmente mudados”!
Quantas pessoas não passaram já por uma situação destas? Entre pais e filhos, amigos, namorados, marido e mulher…
Afinal o que são e para q servem as relações humanas? Para criar dependência, fazer exigências, e depositar expectativas “pesadas” sobre outrem, sobre o fino pretexto do Amor?
segunda-feira, novembro 22, 2004
Onde estou, para onde vou?
Estou em casa, sozinho a pensar na vida. N consigo concentrar-me em nd (e bem q preciso), tenho mais perguntas do q respostas, e tds os caminhos parecem ser túneis fechados na busca da verdade. Sinto q sozinho n tenho coragem nem força pa percorrer o caminho da descoberta plena e da afirmação da minha verdadeira identidade numa sociedade de falsa liberdade.
Fecho os olhos e respiro suavemente, imagens impercetíveis passam-me pela cabeça, pela minha mente, ao mm tempo q vou escrevendo. Quero sentir um sinal, algo q me aponte uma direcção, tvz mais do q isso, q me dê forças para ousar, para emprender.
O q tenho q fazer? Como fazer? Descobrir-me amplamente e definir qm é q eu quero ser...
É preciso disponibilidade interior, criar uma paz dentro de nós, e buscar activamente as respostas. Claro q n caem do céu, claro q n chegam por correio (ou secalhar sim). Mas devemos confiar naquilo q sentimos, nas nossas impressões, nos acontecimentos. Devemos procurar "meios" q nos ajudem a completar esta busca pessoal de discernimento e reflexão, etc, como algumas pessoas, alguns caminhos q são propostos em livros, em filmes, na vida quotidiana, m essencialmente fazê-lo de uma forma empenhada, suportados na fé de q somos mt mais do q o q imaginamos ser e q n estamos sozinhos nesta luta (q de vã n tem nd)!
“Há pessoas diferentes, que mudam o Mundo e nos fazem corar de vergonha por tanto comodismo, por tanto conformismo. É horrível, mas se calhar têm mesmo que morrer para nos transformarmos um bocadinho...” Isabel Stilwell
Só depende de nós, sermos uma delas...
segunda-feira, novembro 15, 2004
Patriotismo vs Humanismo
Portugal
Em Portugal cerca de 9% da população é analfabeta (Censos 2001), o que representa uma realidade dramática de cerca de 1 milhão de pessoas sem saberem ler nem escrever. Obviamente devem ser tomadas medidas que permitam inverter rapidamente esta situação e todos nós nos devemos empenhar para a resolução deste problema que nos aflige.
Resto do Mundo
Mas será que nos afligem os 59,9% de analfabetos em Moçambique (Censos 1997)? Ou os 62,2% de anlfabetismo no Paquistão (Dados 1999)?
Mortes
Portugal
Em Portugal ocorrem, por ano, cerca de 42.000 mortes por doenças cardiovasculares (Dados 2003). Esta situação preocupa-nos por vermos que cada vez há mais portugueses a morrer nesta situação. As duas principais causas são:
- envelhecimento da população
- obesidade (Razões)
* crescente urbanização
* redução da prática de exercício físico
* alimentação pouco saudável (excesso de gorduras saturadas e sal, e pobre em fibras
vegetais).
Se avaliarmos a situação a nível mundial, constatamos que se trata de uma verdadeira epidemia deste século, e que é necessário dedicar muito mais atenção a este problema.
Por cada morte nas estradas portuguesas o nosso sentimento de revolta cresce contra este grande flagelo, que mata milhares todos os anos. Exigem-se medidas urgentes quer nas infra-estruturas, quer na atitude das pessoas.
Resto do Mundo
Mas e o que pensamos, dizemos ou fazemos pelos 40 milhões de pessoas no mundo que morrem de fome todos os anos? E relativamente às dezenas de pessoas que morrem diariamente na guerra do Iraque? Bom talvez te sintas triste e revoltado, mas certamente passado pouco tempo ter-te-às esquecido. Talvez quando morrer um GNR caia o Carmo e a Trindade em Portugal, pouco se importarão(importam) com os milhares de iraquianos que já morreram, ou com as centenas que já ultrapassam largamente o milhar de estrangeiros que morreram lá (militares americanos e de outras nacionalidades bem como civis).
Conclusão
Bom... poderia prolongar muito mais os exemplos e extendê-los a outras áreas, mas penso que já fiz perceber o meu ponto de vista...
Afinal não somos todos humanos? Parte do sentimento patriótico é sentir com mais pesar e preocupar-me mais com as vidas humanas portuguesas de que de qualquer outra nacionalidade?? Então digo a esta parte do sentimento nacional e de patriotismo, NÃO OBRIGADO!!!
sábado, novembro 06, 2004
Porque existimos?
Bom de novo secalhar nada, pois já muito foi escrito, mil e uma ideias foram difundidas e certamente hão-de se cruzar algumas ideias expressas por outros, no entanto irá ser uma reflexão de alguém que tem um profundo interesse no tema e algumas ideias sobre o mesmo que quer partilhar, e lhe imprime o seu cunho pessoal, pelo q assim será única!
Infernalmente inseridos num mundo que não compreendemos, que não integra a nossa visão do mundo, nem apresenta uma explicação, uma ideia sobre a realidade multidimensional e complexa que nos rodeia que seja inteiramente consistente, ficamos sem uma resposta convincente para a pergunta "Porque existimos?".
Não pretendo dar uma resposta cabal e exaustiva, mas chamar à atenção para alguns aspectos que penso ajudarem a esclarer a questão, mas que implicam o nosso empenho e reflexão.
1- Quem somos? Não é simples a resposta. No meu entender somos um ser tri-dimensional: corpo, mente e espírito. Então começa por ser fulcral comprender cada uma das nossas dimensões e como se relacionam entre si, com o mundo e principalmente o q é q elas definem na nossa existência. Perceber também que após percebermos quem somos (q n é assim tão linear) somos nós que optamos pelo q queremos ser. No entanto a esmagadora maioria das pessoas vive a vida 80-90% (quando n é 100%) na dimensão física e 10-20% na dimensão da mente.
Para que não pareça muito esotérico ou utópico digo que n é isto q disse q vai dar o click q faltava na vida de ng, isto é antes uma chamada de atenção, para o caso de concordarem com as 3 dimensões, do tempo que dedicamos e entendimento que temos de cada uma delas.
2 - Alguém me explica o ciclo da vida? Bom, nascer, crescer, estudar/trabalhar, morrer. Fogo, alguém me diz que a vida não se resume a isto? Bom eu digo claramente que a vida é muito mais do que isto!!! O que não significa que na prática para as pessoas o seja. Quem vive acreditando que uma ovelha é um carro, ainda que seja mentira é essa a sua realidade e verdade absoluta. Quero com isto dizer que qd se desconhece algo, a vivência de outra coisa diferente é a verdade real e concreta.
Pois bem, é necessário perceber a nossa dimensão espiritual, no fundo o mundo espiritual apesar de coexistir com a forma física não se resume a ela. Quero com isto dizer, que cada espírito que faz parte do nosso ser tem uma caminhada, e é a nossa verdadeira essência, longe de sermos apenas um conjunto de ossos, músculos, veias, órgãos, mt bem articulados num sistema que faz inveja à tecnologia de ponta. Tendo um propósito, que nós podemos e devemos conhecer/fazer por conhecer conseguimos perceber o que realmente nos move, o que realmente move o mundo.
Não digas já, isto não é para mim! É PARA TODOS! Agora tal como um médico, não sabe operar doentes quando nasce, tb nós não podemos cair na frustração ou desprezismo pelo simples facto de ainda não sermos capazes de algo. Tal como o médico teve que estudar, tb nós temos q dedicar tempo à espiritualidade. Muitas questões se colocam é verdade, temos q procurar as respostas, e certamente haverá muitas mais do que aquelas q imaginamos à priori. O mundo tem uma dimensão muito mais profunda e rica.
3 - Ciência vs Espiritualidade - Já muitos cientistas e autores falaram da compatibilidade destes dois aspectos, não se contradizem de forma alguma, aliás integram-se na perfeição. A evolução biológica, os ritmos da vida têm em tudo a ver com os ritmos de Deus e a vivência da espiritualidade, está tudo harmoniosamente interligado. Talvez o que vemos hj seja uma detorpação, uma adulteração dessa harmonia, que obriga a uma adaptação dos meios naturais, que pode levar à extinção da vida humana como a conhecemos hoje. No entanto ainda estamos a tempo de travar este processo, existem formas concretas e todas as pessoas são necessárias!
Também outro aspecto a referir é que o desenvolvimento tecnológico de nada serve se não utilizado por espíritos esclarecidos, por mentes "correctas", por pessoas "boas". A inteligência do ser humano conseguiu descobertas maravilhosas, mas a mesma inteligência utiliza-as para se matar...
De forma resumida diria que existimos porque temos um projecto espiritual a desenvolver, apesar de o ignorarmos ao nível consciente. No fundo procuramos experenciar um conjunto de situações/sensações/sentimentos cuja expressão se efectiva no mundo físico.
Coloca todas as tuas perguntas, ou dá a tua opinião, para eu também poder abordar e explicar alguns pontos de vista q n desenvolvi ou mencionei e para trocarmos impressões.
terça-feira, outubro 26, 2004
Com uma força impressionante.
Hoje escutas, amanhã ouves,
Mas quando prestarás atenção?
Nada te incomoda, na tua tranquilidade desconcertante
És forte e seguro, mas mais frágil que uma flor.
O mar avisa-te da turbulência que já fez tombar mts barcos,
A brisa sussura-te conselhos de sensatez
E o sol ilumina o teu caminho convenientemente.
Ponderadamente, num acto invulgar de auto-reflexão séria
Dás-lhes razão, mas tudo continua igual...
sábado, outubro 23, 2004
A verdade da nossa vida... começa em nós!
Libertares o teu eu, não é um acto de irreverência, não é uma afronta e muito menos uma irresponsabilidade. Revelares-te é uma exigência, um dever, um acto de respeito para contigo e para com os outros. Não temas, pq mais vale ser-se odiado pelo que se é, do q amado por aquilo q se finge ser.
quinta-feira, outubro 07, 2004
O tempo passa e nunca mais vejo a luz do dia...
O tempo passa,
Eu fico sentado... tudo avança,
Tudo menos eu, quero levantar-me
Mas sinto-me sem forças.
Não há muletas ao meu lado,
Não existe densidade em mim.
A queda pode ser grave,
Mas ser ultrapassado pela vida
Pode também ser muito grave.
A reacção está submersa algures.
Alguém dizia que o espírito vive e alimenta-se
Pode ser que assim constitua uma base de apoio.
À espera ficarei, apático mas confuso e sem rumo.
Falta-me a luz e o alento, talvez esteja no caminho errado!
Serei eu capaz de descobrir o que está mal e bem? E o que deve ser?
São várias as questões, no entanto uma ganha especial relevo no momento.
Ainda que quando as coisas estejam amargas apareça um doce que equilibre, a questão de fundo mantém-se.
Urge 1 resposta, urge 1 acção, urge 1 decisão
Fora a indiferença, fora a angústia...
Quero ver a luz do dia!!
P.S. Esta reflexão não espelha necessariamente algo que eu esteja a vivenciar...
terça-feira, setembro 28, 2004
Amo-te, mais do que por akilo q és, por akilo q me permites ser qd estou ctg!!
Mário: isso não é um pc egoísta!?
Funny: depende da forma cm vês uma relação
Mário: ( desculpa, mas hj apeteceu-me ser eu a meter-me com o teu username ;) )
Funny: tás à vontade jovem
Mário: e como é k tu vês a relação!?
Mário: como algo k mantêns pk te sentes bem!?
Funny: n exactamente assim
Mário: mas afinal o amor não é a entrega total para com o outro!?
Funny: m um dos grds motivos q te faz tar com a outra pessoa é por com ela conseguires ser akilo q tu realmente és, expressares-te na tua plenitude
Funny: é pq essa pessoa tem um cj de características q te permitem ser livre
Funny: e n ter barreiras para expressares, sentires, pensares e agires td tal e qual cm és
Funny: é essa magnífica "propriedade" q "louvo" na minha frase
Funny: pq pessoas simpáticas, amorosas, carinhosas, disponiveis, inteligentes, etc... há mtas... mas akela possui algo especial
Funny: algo q te encanta
Mário: podes parar ... *
Funny: n será q é por o seu conjunto enquanto pessoa te permitir vivenciar um amor pleno por ti e por ela ? * (em simultâneo)
Mário: estou rendido! :D
sexta-feira, setembro 24, 2004
Bons momentos que nos deixam tristes…
Recordações felizes, momentos bem vividos, experiências marcantes fazem-nos vibrar de maneira diferente, esquecer os problemas (por vezes até pensamos que os ultrapassámos). No entanto, podem ter um lado perigoso, que são as lembranças, a recordação da “boa vida” que, por momentos mais ou menos prolongados, vivenciámos. Quando nos agarramos a eles podem destruir akilo q somos e akilo q vivemos quotidianamente. O mundo da fuga num mundo ilusório n é solução para nenhum problema. A angústia de passar situações complicadas, não deve ser incrementada por na nossa história pessoal termos sido capazes de ser felizes ou ter vivido momentos bem alegres, e agora n o sermos (noutro contexto, com outras condicionantes), culpando-nos por falta de coragem, capacidade ou determinação.
Recordar é lembrar, lembrar pode trazer saudades, mas de que vale a pena viver algo bom, se passarmos o “resto da vida” tristes e a sofrer por ter acabado, ou mm se apenas recordamos de vez em quando, mas isso deixa-nos tristes e macambúzios. Alegremo-nos antes por ter acontecido. Claro q n é proibido relembrar e ter saudades, mas tudo desde que possam ser sentimentos construtivos. Entendo a nostalgia, mas discordo do sentimentalismo de raízes podres.
Nota Pessoal: Não tenho saudades de nada, tenho boas recordações de muitas coisas!
P.S. Não me crucifiquem já, se se espantarem com alguma das minhas afirmações!! :P
terça-feira, setembro 21, 2004
De dentro para fora
Isso implica escutar o nosso interior e construir uma espiritualidade no silêncio que se pretende anunciar!
segunda-feira, setembro 20, 2004
Longe de Ser, apenas Sou aquilo que tenho
Eu sorrio ao meu eu, q resplandece dentro de mim, numa vontade de me conhecer e de que eu o conheça. Não espero mais, ouso Ser uma cor viva do arco-íris. Não é optimismo desenfreado é um realismo divinal !!
terça-feira, setembro 14, 2004
Quando somos especiais para nós...
Posso ser especial para uma rapariga/rapaz, para o meu pai, para a minha filha mas enquanto não for especial para mim próprio é porque ainda não percebi quem sou, nem percebi o sentido da vida. Se os outros vêem mais em mim, do que eu próprio, algo de errado se passa... se eu não me considero alguém especial e importante (e não têm aqui a ver questões de modéstia, mas sim de reconhecimento)... como é que depois aceito que outros me achem especial?!
Eu sou especial e tu tb! Acredites ou não!
domingo, setembro 12, 2004
A dinâmica estática do tempo...
inflexível na sua temporalidade, q nos permite ver e avançar em direcção ao futuro, mas sempre presentes no passado que se julgava esquecido ou ultrapassado.
quinta-feira, setembro 09, 2004
Oásis
Um oásis! Eis o que somos … um oásis real, que mts xs pensamos q n passa de um simples oásis… uma miragem boa demais para ser verdade! Dps desaparece… sem nunca desaparecer… até reencontrarmos e descobrimos o oásis q somos m ignoramos… isto se não morrermos (fisicamente) no entretanto.
quarta-feira, setembro 08, 2004
Quando o melhor não é suficiente...
sábado, setembro 04, 2004
Olhar e sentir... Ler e perceber... para quando?!!?
Um mês profundamente conseguido a todos os níveis: relacionais, funcionais/práticos, espirituais, motivacionais, emocionais. Mas não, não foi nada do outro mundo, é bastante desta vida e foi bom integrá-la como realidade verdadeira e compreendê-la como parte integrante da vida de todos os dias e na Vida observada como algo maior.
Não fiquei chocado, nem transtornado, muito menos incomodado, simplesmente continuei feliz. Cada palavra que aqui escrever estará a atraiçoar a minha vivência no sentido de que não pode ser explicada e por muitos nem sequer é vivida, mesmo que façam experiências semelhantes.
No fundo tudo isto tem a haver com algo que está mais além, mas não se vê, sente-se, experencia-se, vive-se! A felicidade é algo que flui de dentro para fora, e não ao contrário, os momentos de alegria sim, esses podem ter causa externa e repercutir-se internamente, até mesmo alguns momentos de felicidade, mas são estados temporários. E a felicidade não precisa deixar de existir, se de repente aparece um “problema”, ou algo que vai alterar os planos sejam eles físicos, emocionais ou outros.
Olhar, olhos nos olhos, para a pobreza, para a fome ou mendicidade, olhar para a destruição, guerra e doenças e não sentir isso como algo que nos marca, inquieta, apoquenta, preocupa, será certamente desumano. Ou então talvez não, quem nos diz que não é mais desumano fazer esse juízo de valor?!
Este é um texto que oculta muita coisa, porque não se quer ver, não se quer descobrir, por isso se descobrires aqui mais do que palavras, ou uma reflexão que exterioriza uma vivência, o meu sincero obrigado.
quinta-feira, julho 29, 2004
quarta-feira, julho 28, 2004
Bom Dia!
A verdade é só uma. Talvez n, m tb n importa. O carinho e o amor são o caminho, porto seguro em momentos turbulentos, paz e serenidade em momentos de exaltação, óptimo tónico para expelir emoções e demonstrar sentimentos. Que caminho andamos nós a percorrer, onde nos levam estes trilhos por vezes sinuosos? Queremos por os pés em terra firme, deixar a aventura e o perigo das águas em movimento e acontece uma de duas coisas, arrochamos em terra simples, quieta e muda ou arriscamos voos ao sabor do vento em balões com rumo mas sem certeza de q o destino fica na esquina ou de q percorremos mil léguas na direcção certa.
O canto anima-nos, o sorriso encanta-nos e sonhamos ser capazes de tocar as nuvens, de falar com as flores, de passar o serão ao lado do Sol. Tudo isto no percorrer do nosso caminho, em q tropeçamos em pedras ou transpomos montanhas. O caminho é nosso, cada um tem um, no entanto procuramos alguém a nosso lado, um cajado permanente, temos medo q a noite caia, o Inverno se instale e apareçam lobos maus, ou simplesmente q na profundidade da escuridão sobressaltemos na dúvida, na interrogação, na incerteza. Queremos então encostar a nossa cabecinha na almofada, adormecer rapidamente, tudo esquecer e acordar com raios de Sol e a brisa matinal. Do q é q temos tanto medo, pq fugimos? Escondemos as nossas fragilidades, enterramos as hesitações, prendemos no fundo do mar histórias mal acabadas ou com um fim triste, tentamos esquecer e eliminar o sofrimento, os pensamentos e os sentimentos mais arrasadores, mais perturbadores q n podem fazer parte da nossa realidade, q n podem nem devem fazer parte de nós. Assim procuramos caminhar mais livres, mais leves sem nos apercebermos q o peso da nossa mochila é imenso, q transportamos as pedras com q nos podem bater, q nos podem atirar, q levamos as cordas precisas para nos enforcar, as correntes q nos podem amarrar, a receita da aflição, os ingredientes da instabilidade, as armas da auto-destruição, trazemos connosco experiências, vivências e um passado ou presente q queremos mortos m q nos fazem estremecer nos momentos mais inesperados, menos oportunos. Carregamos um fardo q, mt provavelmente, mais tarde ou mais cedo nos fará cair e magoar, sem sabermos qtas vezes nos vamos conseguir levantar.
Para onde caminhamos, pq caminhamos?
Queremos encontrar o tesouro supremo da vida e quão difícil ele é por vezes, como se esconde de nós, ou qtas vezes está à nossa frente e n o vemos. Mas q tesouro tão apetecido é este, q mts ignoram ou esquecem, afundando-se na profundidade dos oceanos, escura e tenebrosa ou deixando-se prender nas teias da aranha q atraiem o fácil, o supérfluo, o frágil e o vistoso?
A Felicidade!!!
Palavra q vibra, q inquieta, incomoda, n deixa ng indiferente. Palavra q exalta, alegra, enternece, rejubila, floresce, semeia, eterniza. Simples palavra q enche corações. Não! É mais do q uma palavra, é mais q um pensamento, é mais q um sentimento, é um estado de alma, uma preconização de um modo de vida, uma exteriorização de uma busca frutífera.
Como sei se estou no caminho certo? Como sei que n estou ou n serei desvirtuado?
O caminho aguarda os nossos pés, a certeza na acção é uma permanente ilusão. Ou arriscamos ser felizes ou nc saberemos a oportunidade perdida. Ou entramos no barco ou não saboreamos a brisa do mar. A escolha é nossa, de cada um, m qm é q n gostava de ter o tesouro supremo da vida, uma verdadeira riqueza, uma preciosidade sem preço?
Já alguém viu alguma vez um jardim mt bonito e colorido sem flores, ou o céu à noite brilhante e iluminado sem estrelas? Então pq esperamos para cultivar flores e procurar ou criar estrelas na nossa própria vida?!!
segunda-feira, julho 26, 2004
Tenho sede ... de mudança!!!
Quero estar ctg, partilhar ctg, viver ctg. Ctg és tu! Ctg é todos! Ctg é nós!
Quem sou eu? Pergunta fácil ou difícil depende de qm a faz e de qm lhe responde.
O que faço ou deixo de fazer é certo ou errado? A noção q tenho de Mim, da Vida, de Deus, do Mundo é certa ou errada? Talvez a pergunta possa ser "O que faço e as minhas noções e concepções da vida,...,...., onde estão elas a levar-me? É para aí que eu quero ir?"
E se quisermos ir mais longe, enquanto sendo mais do q um ser individual, sendo um todo, com a vida ou simplesmente considerando a nossa sociedade, podemos perguntar e inquirir se o q dizemos querer enquanto tal, corresponde às nossas acções, às nossas crenças enquanto esse todo.
Para ser simples e explícito, exemplifico: Se dizemos querer a paz mundial, enquanto sociedade global estamos a caminhar nesse sentido? Se dizemos q queremos ser felizes e viver em amor (ainda q para mts isso n passe de uma utopia) , akilo em q acreditamos, os valores q partilhamos, as acções q temos conduzem-nos a esse amor incondicional e a essa felicidade contagiante?
Se sim óptimo, se não tá na altura de mudar!
sábado, julho 24, 2004
Gota a gota...
A vida vai e vem com uma velocidade impressionante. Ainda ontem era Inverno e hj já é Verão. No entanto a nossa vida é como um alguidar debaixo da torneira... vão caindo gotas preciosas, td depende se o alguidar tá ao sol ou não!
Cala-te espírito inquieto, pq me desassossegas!
Sinto-me ora triste ou alegre, umas xs revoltado com a vida, outras a amá-la com intensidade. São horas e dias, semanas e anos de dor e incompreensão e qd julgo ter aprendido a caminhar eis que volto a tropeçar.
Por vezes dizem-me para acreditar num Deus q me custa a entender, por outro lado sinto q a vida faz todo o sentido com Ele e q Ele tá presente (pelo menos às xs). Mas afinal o q é a vida? O q é q esse tal Deus quer de mim, pq me faz sofrer?
Ora bem.... se a vida é, tvz, mais do q parece n posso cruzar os braços à espera q o mistério se resolva. Se o meu espírito me inquieta e anseia por respostas, pq lhe dedico tão pouco tempo (qd dedico) ? Se há 1 voz interior q me fala, um acontecimento q me põe a pensar, pq n escuto? Pq ignoro e desvalorizo td akilo q me surge de diferente? Pq rejeito? Tenho medo?
Espírito meu, n sossegues até q tenha descoberto a plenitude e nessa altura q eu n sossegue tb e a dê a conhecer aos outros, pois Deus existe e apesar de ainda n conhecer e compreender na totalidade a Sua Verdade e a Nossa Verdade sei q é Maravilhosa!!
sexta-feira, julho 23, 2004
Amo-te tanto q fui cruel ctg...
Paro! Fico q nem estátua ou (des)ando apressadamente, para te fugir, para n te ver mais, para te esquecer, para me esquecer, para me enganar, para me crucificar. No entanto, td o q te queria dar era o meu amor. Um amor simples e verdadeiro, m n fui capaz de passar a barreira do meu espírito pq tu me intorpedecias de misericórdia, de pena, de infelicidade, de lástima... pq tu n tens q comer qd tens fome, tu n tens liberdade para falar, tu n tens o q estudar nem onde estudar, pq tu és uma criança condenada a morrer antes de nascer, pq senão for da fome, é da sede, se n for da sede, há-de ser de doença... pq tu tens grades no coração q te impuseram na tua nação, pq tu és julgado em cada olhar de desdém de cima para baixo de qm passa na rua...... pq tu..., pq tu...
E eu q apenas quero-te amar, fui impotente para o demonstrar! Até morro de vergonha por não ter parado, não ter olhado, não ter escutado, não ter-te ajudado a seres qm querias... mas qm morreu, para a vida, para a sociedade, para ti proprio, ou mm fisicamente... foste TU!
quarta-feira, julho 21, 2004
Tantos problemas, e eu q nd posso!
Aventura-te, se tiveres coragem!
Fica atento, pq o meu mundo é diferente do teu, o meu mundo é diferente do deles, mas o mundo é o mesmo!



