
... tu estás e estarás aí sempre disponível para ti próprio(a) num mundo infinito de possibilidades. Tudo aquilo que te assusta não passa de uma ilusão.
Estava escuro... tinha medo... mas fez-se luz, iluminava-me e a tudo o que me rodeava. Era eu, foi o que aconteceu quando me descobri a mim próprio!


Hoje apetece-me escrever sobre inclusão.
O desconhecimento do corpo
Existem milhares de pontos no nosso corpo entre músculos, ossos que nunca tocámos de forma real e que são acessíveis através da pele. Podem causar dor, prazer ou indiferença. Essas sensações diferem de dia para dia. Dentro do nosso corpo existe ainda um milhão de coisas que desconhecemos desde as células até ao coração, passando por tantos órgãos, músculos, artérias entre outros, que são diferentes de pessoa para pessoa. Conhecermo-nos profundamente ajuda-nos a descobrir mais profundamente o nosso corpo e a incluirmo-nos na vida, no universo, na natureza.
A inclusão tridimensional
Mas a inclusão é muito limitada se nos ficarmos pela consciência corporal. Cada um de nós tem ainda uma mente e um espírito com inúmeras especificidades e que são diferentes de pessoa para pessoa. Temos então uma enorme diversidade na trilogia corpo + mente + espírito e apenas conseguimos ser inclusivos quando nos conhecemos verdadeiramente, nos aceitamos e reconhecemos as diferenças dos nossos semelhantes sem julgar, sem preconceitos, libertando de estereótipos, sejam essas diferenças de corpo, mente ou espírito.
O paradoxo da inclusão
És capaz de ver além do corpo? Ultrapassar as barreiras da mente que te fazem viver na ilusão da aparência? És capaz de sentir não a partir dos 5 sentidos, mas do teu interior? És capaz de reconhecer em alguém com paralisia cerebral e forte limitação física alguém tão digno, capaz e especial como tu. Quando excluímos os outros apenas nos estamos a auto-excluir e a afirmar que não percebemos o mistério da vida. Até ao dia em que não formos capazes de incluir os outros, nós não estamos incluídos.
Quando excluo não me excluo, porque nunca estive incluído!

Dia após dia fazes e alcanças aquilo que consegues, percebendo os teus limites, pois todos temos os nossos limites e tu sabes bem como isso é, conheces os teus. Alguns gostavas de não ter, mas não há nada a fazer, já são intrínsecos à tua pessoa.
E se estiveres errado? Não a sério, e se os limites, apenas forem auto-imposições e não forem verdadeiramente reais? Nunca deste por ti a surpreender-te em algo que achavas não ser capaz? E se tu escolheres que os limites (que até já te chateiam) já não te servem, definires que és capaz, acreditares em ti? Consegues imaginar, visualizar? Que impactos é que isso teria? Ok, imagina por mero exercício especulativo…
Então e se isso se tornasse verdade, mesmo real… queres tentar? Ou tens medo de deixar de ter os teus limites que tão bem conheces? Será que é isso, impuseste os teus próprios limites, pois queres viver sempre 100% seguro, ainda que por vezes insatisfeito?
Atreve-te a descobrir-te, experimenta mudar os teus limites, e pode acontecer que dês por ti a mudar :)
21 de Julho de 2004, apareceu um novo blog na blogosfera entre os milhares que surgiram nesse dia, mas este é especial, porque é o Nosso blog. :) Obrigado.
Estive a reler a mensagem de abertura do blog e acho que aquilo que sinto, penso e desejo hoje está lá tudo.
Assim transcrevo as palavras de há 5 anos. Quanto a ti se quiseres partilha o que te vai na alma :-)
Aventura-te, se tiveres coragem!
Já era tempo, de dar voz e vida, corpo e forma a este blog. Anseia por ele muita gente, a começar por mim e a acabar
Fica atento, porque o meu mundo é diferente do teu, o meu mundo é diferente do deles, mas o mundo é o mesmo!
Voar, hoje quero voar. Voar até ao infinito. Nada me prende, porque sou formidável, sou Deus em carne e osso, ou melhor sou Deus na sua manifestação divina, a minha alma que tem esta aparência física.
Sou livre, sou pleno, sou TUDO. Vivo consciente de mim, de quem sou, do meu presente e também do meu futuro. E o futuro é quase irreal, é mesmo irreal se visto com os olhos da minha carne, pois é demasiado inatingível, demasiado glorioso. Mas eu nasci em glória por isso é impossível não ser capaz.
Eu sou uma luz na escuridão!!
Foto da autoria de António Manuel Pinto da Silva
Todos nós precisamos de nos sentir amados, desejados, sentir/receber afecto.
Pelo menos acreditamos profundamente nisso e criamos essa necessidade.
Assim de forma umas vezes totalmente inconsciente outras mais conscientes criamos mecanismos para tentar obter isso.
Quando somos crianças, basta por exemplo dizer que nos doía a barriga ou estamos febris para imediatamente recebermos atenção dos pais e termos mais miminhos (ok, nem todos, mas a maioria).
À medida que vamos crescendo, se não tivermos uma relação equilibrada com a afectividade, podemos criar dependência de abraçar sempre toda a gente ou os amigos, estar sempre aos beijinhos, procurar o toque constantemente. Podemos também tornarmo-nos pessoas distantes e reservadas, procurando ser diferente de modo a chamar a atenção. As formas podem ser as mais variadas, e muitas vezes não nos damos conta, pois achamos simplesmente que faz parte de nós, da nossa personalidade sermos assim, pelo conseguinte não procuramos identificar os momentos da nossa vida que criaram essa disfuncionalidade, muitas vezes associada à infância ou a um namoro que correu “mal”.
Qual a importância, e de que forma vives os afectos na tua vida?

Sente o teu espírito, deixa-te envolver no vento que sopra, deixa tornares-te parte da matéria única. Cresce, expande-te. Seduz a tua alma aos confins do Amor e lá encontrarás a alma gémea porque anseias. Mas se te escondes em casa, quem te encontrará na rua, se te refugias na solidão quem te buscará na partilha, se guardas a felicidade quem a sentirá? Ser Feliz sozinho não é uma ilusão mas é certamente um grande equívoco pois é (in) conscientemente vedar a evolução, colocar o limite no chão, abaixo dos pés.
Claramente que existem vários estágios de felicidade (e não, não confundas com alegria). Alegria é um estado emotivo, Felicidade é um estado do Ser.
Mudar não se trata de coragem, mas sim de respeito, por deixar de se insistir no que não funciona. Porque te escondes, do que tens tanto medo?

É sempre difícil escrevermos sobre nós próprios, especialmente, tornando-o público.
Partilhar o que de bom há em nós em palavras com os outros reconhecendo o nosso valor (que sabemos e apenas faz de nós auto-conscientes) revela-se um desafio maior para não parecer demasiado vaidoso, orgulhoso, arrogante ou convencido. Por isso vou ser apenas eu, sem preconceitos prévios, os julgamentos fá-los tu, se quiseres.
Panorama Geral
Sou uma pessoa especial. A minha vida interior foi uma montanha russa de emoções e experiências solitárias, sendo que actualmente estou numa bela subida contemplando cada momento e avanço, estou certo que existirão pequenas descidas, mas a subida continuará. O céu é apenas o início da viagem :-)
A 1ª Prioridade
Hoje em dia, posso dizer com satisfação que sou a minha 1ª prioridade, não por egoísmo mas por altruísmo. É assim que concebo a vida, levarmos a realização e felicidade aos outros através do testemunho vivo e verdadeiro. Por isso não esqueço as palavras visionárias que uma grande amiga me disse há 8 anos e que hoje lhe retribuo: “Tu devias estar em 1º lugar na lista do que mais gostas”.
As Revelações
Sou alguém que gosta de utilizar a inteligência para ir mais além, sentir-se desafiado. Possuidor de uma boa capacidade de argumentação, raramente a utilizo. Recuando uns quantos anos, quando escolhia o meu percurso académico várias pessoas me disseram que daria um bom advogado ou político.
Apesar de procurar a profundidade e beleza da vida, de ser profissional, focado e muito responsável com laivos de perfeccionismo e tendo por isso muitas vezes uma postura séria, tenho uma dimensão divertida e de brincalhão que nem todos conhecem.
Em jeito de conclusão :-)
Independente e reservado, tenho a capacidade de surpreender as pessoas ao revelar-me. Em constante questionamento interior e exterior aprendi a respeitar-me e a respeitar quem fui e o meu passado, percebendo o verdadeiro sentido da palavra evoluir. Evoluir não é recriminar, julgar ou sofrer. Evoluir é observar e aprender para poder estar numa posição diferente quando se tiverem de fazer novas escolhas.
Hoje aceitei dar mais 1 passo na minha evolução. E tu estás disposto(a) a isso?


Ouvi falar muito bem do filme, a pessoas chegadas e com alguma cultura cinéfila. Fiquei interessado e hoje fui saciar a minha curiosidade. Ia pelo que tinha ouvido de crítica e breve resumo da história com alguma expectativa.
Comecei a ver o filme e pareceu-me interessante, com o desenrolar da história considerei, ok é um bom filme, nada de fantástico mas bom. Depois com um final do filme de bastante qualidade considerei, é mesmo um bom filme (tal como existem também muitos outros)!
Mas … há sempre um mas quando menos esperamos: o filme acabou e ninguém se levantou, literalmente ninguém (a sala estava a 80%), mais de 1 min e tudo em silêncio sentado, já com os créditos a passar e apenas com a música final de fundo e ninguém se levantou. Este acontecimento sem dúvida elevou o filme para um patamar especial.
Ah já agora, o filme é o Gran Torino :D

A importância da substância interior ser consistente, é que posteriormente isso permite que os ajustes na vida surjam de forma fluida e as posições tomadas sejam coerentes, não tens que estar a pensar no que é que tens de fazer para Seres algo, isso é inverter o processo. Aquilo que tu és, é que define o que fazes e como o fazes. Tem calma nos teus avanços, sê paciente, olha para o que já progrediste. Não queiras ser já o aluno de secundário que resolve teoremas e probabilidades, estás na escola da vida espiritual, passo após passo e estás a ir a bom ritmo, não tens de saber e compreender tudo hoje, mesmo que saibas que existe muito para além do nível onde estás.
Abraço eterno do universo ou de mim ou de ti
(no fundo é tudo a mesma coisa :-))

O nosso tempo
O nosso tempo para SER é ilimitado. O nosso tempo para fazer e viver a vida tal e qual a conhecemos e nos conhecemos é limitado. Temos 24h/dia e uma EMV (Esperança Média de Vida) de aproximadamente 75/80 anos. O tempo da maioria das pessoas está bastante preenchido e retirando as refeições e dormir divide-se entre o trabalho, estudos, família, namoros, o desporto, cultura ou outras actividades. No entanto há uma questão que se impõe, será que estamos a fazer as melhores escolhas para o que dizemos querer?
Resposta comum: as escolhas possíveis! Será mesmo que não é possível fazer diferente, melhor, sentir maior realização, novas emoções, criar outra estabilidade, crescer e viver de modo mais pleno?
Não gosto de catalogar as pessoas mas julgo que a maioria das pessoas está numa destas 4 fases da sua vida: Absorção, Questionamento, Confronto ou Mudança.
A fase da absorção caracteriza-se por uma total dedicação à vida do quotidiano, pouca reflexão sobre o que se faz, sobre o mundo, porque se tem pouco tempo disponível e ficar a olhar para o ar ou a pensar não paga contas
. Utopias e sonhos são bonitos mas é nos filmes e livros, pois na vida real as coisas são diferentes. Este é claramente uma fase que se caracteriza por um grande desconhecimento da grandiosidade da Vida, de Deus e do EU, de que cada um de nós é uma alma maior unida a milhões de outras.
Na fase do questionamento, colocamos em dúvida algumas convicções ou ensinamentos que nos foram transmitidos. Sentimos que algo não está bem, as coisas não deviam ser assim e questionamos porquê é que o são?
Perguntamo-nos porque somos quem somos, porque fazemos o que fazemos, porque é que Deus permite que tanta coisa de mal aconteça. Colocamos em causa formas e convenções sociais:
* Porque é que me hei-de casar e convidar 200 pessoas, se 80% delas não me dizem nada?
* Porque é que tenho de ter uma vida em que vou para o trabalho gasto 2h a ir vir mais 9h a trabalhar, chego a casa e vou fazer o jantar, arrumar a casa e dormir?
* Porque é que tenho de trabalhar tanto numa coisa que não gosto e receber tão pouco?
* Porquê? Porquê?
* O que é que eu fiz de mal para merecer isto?
Esta fase de dúvidas e questionamento é muito importante, é uma fase de conflito interior e exterior em que percebemos que há coisas que não fazem sentido, não têm lógica que não nos servem. É também a forma como reagimos que determina o nosso avanço para a fase do confronto, ou o regresso à fase da absorção.
Quando avançamos para a fase do confronto, começamos por realizar uma auto-análise e a tentar perceber quais os comportamentos ou convicções que temos e já não nos servem, perguntamo-nos como podemos mudar de rumo. Adoptamos novos comportamentos, reflexo de novas crença, pode passar por coisas simples como que é altura de começar a fazer desporto para ter uma vida saudável, deixamos de rebaixar a cabeça perante o patrão ou a mãe controladora e autoritária, defendemos que a paz não se consegue atingir através da guerra.
É nesta fase que é preciso ter algum cuidado para não cair no erro de se recriminar por escolhas anteriores ou de entrar numa espiral de auto-depreciação, auto-desvalorização e de culpa. Fazemos sempre as melhores escolhas (por pior que nos pareçam) de acordo com o que somos capazes em cada momento.
Esta fase é não só uma fase de confronto com as nossas raízes, identidade e acções, mas também a fase em que confrontamos os outros com a nossa nova realidade, o nosso eu que evoluiu. Assumimos as nossas novas opções, damos um passo em frente.
Assim, mais rapidamente uns, outros de forma mais demorada avançam para a fase da mudança, em que as dúvidas não desapareceram mas deram origem a uma evolução interior, o confronto não consumiu mas projectou-se nas atitudes. E as mudanças interiores reflexo de ponderação, debate e reflexão produzem uma transformação ao nível do ser e do fazer. As atitudes mudam e os comportamentos alteram-se e provavelmente muitos estranham, mas são simultaneamente afectados por isso.
Dinamismo do processo
Este é no entanto um processo muito dinâmico e caracterizado por uma certa dimensão cíclica. Isto é, o facto de vivermos uma mudança num determinado nível da nossa vida não significa que não estejamos na fase da absorção noutros aspectos, e que possamos percorrer o processo novamente. É até normal que assim aconteça dado que varia da dimensão e importância das mudanças e o tempo espaço que necessitam para acontecer.
É preciso termos coragem para nos desafiar e desafiar os outros.
Não é uma obrigação, mas uma necessidade.

Os sinais do dia-a-dia
A cada momento que passa, em cada dia que vivo os sinais são uma constante, há que estar atento, estar desperto e procurar percebê-los. Seguir a intuição é algo que muitas vezes não fazemos, mas é essencial segui-la, o nosso eu interior precisa de despertar, é lá que reside o que de mais “radical” existe em nós. As “teias” e ligações à vida tal como a conhecemos hoje são muito fortes, no entanto a vida é só uma, e se não compreendermos o nosso eu, e fizermos aquilo que realmente nos faz rejubilar, quando o faremos?
Racionalizar a alma
É preciso querer perceber as mensagens quotidianas, mais é preciso aceitá-las, ter a coragem de seguir o verdadeiro caminho, aquele que revela Quem Realmente Somos. Por vezes procuramos demasiadas respostas, ter 200% antes de avançar, procuramos racionalizar as decisões, porque temos medo. Procuramos construir na mente um conjunto de razões e argumentos que nos permitam sustentar o caminho que a nossa alma reclama. Eu não sou o meu corpo, nem sequer habito nele, é ele que habita em MIM.
A matemática da alma
A profundeza e intensidade espiritual são extraordinariamente magníficas, mas não resulta apenas dar um passo, quando já se conhece todo o caminho, as rochas, as planícies, os outros caminhantes, e os 1000 passos seguintes. Um aluno quando entra para a 1ª classe e começa a aprender os números e a contar, não conhece nem aspira a que um dia poderá vir a trabalhar com funções exponenciais ou a fazer derivadas, no entanto se nunca tivesse aprendido os números, nunca atingiria o desenvolvimento suficiente para chegar a esse patamar, foi preciso um primeiro passo e outros intermédios. Não é funcional dizer que não quero aprender os números porque não sei como resolver nem como vou aprender derivadas. O mundo espiritual, diria de forma mais simples, a VIDA, funciona exactamente da mesma forma.
Sinais incógnitos
Não sei identificar sinais nem o que querem dizer, é um entrave comum que causa inércia. Há um exercício que pode ser interessante fazer, ao final do dia, ou num momento mais calmo, ou mesmo no meio da agitação e correria. Aquela frase que despertou uma reacção, mas que ao fim de 2 minutos já esqueci, é bom tentar recordá-la, perceber porque mexeu comigo, o que tem a ver com a minha vida? Como achei aquela cena do filme tão real, tão verdadeira, tão adequada aos dias de hoje, tão… minha. Será que me ajuda a perceber Quem Sou, que caminho escolher? Aquela deixa no teatro, parecia que estava a dar uma resposta a um dilema, há com cada coincidência… secalhar eram as palavras que faltavam, talvez devam ser levadas a sério. Hoje encontrei um amigo que já não via há anos, que mensagem me traz este encontro? O meu pensamento hoje não saía daquela criança que corria atrás da bola como se não houvesse amanhã e com uma liberdade pelo meio daquela relva que já não via há imenso tempo. Será que quero ser mãe? Devo escolher o curso de educadora de infância? Estou demasiado preso aos meus afazeres que não tenho tempo para ser livre, para me divertir?
Hoje vou voar!
Ser Feliz, eis o que todos querem mas só alguns conseguem.
O que fazes pela tua felicidade?
Estados de alegria ou felicidade passageira?
Porque é que (não) és feliz?
Acreditas que podes ser feliz?
Nada é eterno se nós não quisermos (pensarmos, agirmos e formos). Nem a felicidade nem a ausência da mesma.
Eu sou Feliz!!
Sou pura transformação, sou imensa imaginação. Sou sexo, sou amor, sou drogas, sou vício, sou inspiração, sou realidade incómoda.
Sou tudo isso, mas não sou lixo, porque sou, seja o que for sou, sei o que sou e vivo o que sou. Não vivo na ilusão do que sou, nem me omito de ser. Não vivo em despropósito e inconsequente renegando o ser ou vivendo sem ser.
Sou hoje aquilo que calhou, fruto da vida e das escolhas (a ausência de escolha é por si só uma escolha), mas vou ser vida, beleza, liberdade, integridade, conquista, vou ser aventura, romance; perdão já sou, porque sou aquilo que acredito bem dentro que sou.


Mais uma viagem de comboio a juntar a tantas outras.
Umas pessoas de pé, outras sentadas. Umas a ouvir música, outras a conversar, já não falando das que vão a ler o belo do jornal gratuito (nada contra – muitas vezes também faço parte desse leque).
Mais uma paragem, saem uns tantos, entram outros. Reparo num senhor, igual a tantos os outros, está em pé à minha frente, inclina-se ligeiramente e retira um livro da sua pasta. Abre-o e começa a ler, no sítio onde tinha ficado.
O livro, era a bíblia e isso fez-me pensar quantas vezes deixamos de fazer ou dizer algo por medo ou vergonha de assumir as nossas convicções ou opções sejam elas religiosas ou de qualquer outra natureza.

Olá, para os mais ou menos assíduos, uma coisa tem sido óbvia, o blog não tem sido actualizado.Deixa Deus fundir-se contigo.
Abre as portas e janelas de par em par à sabedoria.
Tu não sonhas daquilo que és capaz.
Aventura-te a descobrir o que está ao teu alcance e desfruta profundamente.
O que te pode fazer realmente avançar e conquistar é a motivação que construíres em TI!!

Hoje em dia é cada vez mais comum ouvir-se que há uma maior aceitação social dos casais de gays e lésbicas. Muitos dizem não ter nada contra e que respeitam as opções de cada qual, desde que sejam respeitados, isto é, não sejam assediados.
Porém, e usando as terminologias correntes, essas mesmas pessoas não podem com as “bichas” que parece haver nalguns casais masculinos. Os jeitos, as manias, os tiques que corrompem com a seriedade das pessoas que observam ou convivem com os mesmos. Respeito sim, mas só enquanto (man)tiverem as atitudes e comportamentos de homens heterossexuais. Será que afinal se respeita mesmo o direito à diferença e individualidade?
Assim, e porque acho as perguntas uma componente inalienável da existência humana, lanço algumas questões para o ar. Antes de dizeres que não tem sentido, ou que não são perguntas relevantes, ou que não te apetece pensar nisso, pergunta-te se sabes a resposta, ou se a mesma te satisfaz… e onde é que aprofundando quer a pergunta e a resposta podes ir dar…
* Várias religiões reclamam a verdade sobre Deus, para si. Será que apenas uma está certa? Será que estão todas certas? Será que estão todas erradas?
* Existirá mesmo Deus? O que é que sabes sobre Deus? Quem é que te ensinou? Acreditas nisso? Porquê é que és ateu, agnóstico, cristão, budista, muçulmano, … ?
* A tua verdade é mais completa e certa que a dos outros?
* Serão a ciência e a espiritualidade realmente incompatíveis? Ou apenas caminhos que se cruzam na explicação e entendimento do universo?
* Como é que a tua vida podia ser melhor? Como é que podias tornar a vida dos outros melhor?
* Porque é que uns dias estás num mar de tristeza e outros feliz da vida?
* Porque escondes o teu corpo? Porque escondes a tua alma? Porque te escondes?
* Porque tens medo? Quem te ensinou a ter medo? Porque não te ensinaram somente a amar?
* É mais importante seres aceite ou aceitares-te?
* Porque é que temos de morrer?
* Porque é que és feliz, ou não?
* Porque é que não consegues o emprego que querias, ganhar tanto como merecias?
* Quantas coincidências têm ocorrido na tua vida, serão mesmo meros acasos?
* Deixas-me conhecer realmente quem tu és?